Divirta-se Notícia - Público também se torna atração no Pop Rock Brasil 2008

Divirta-se

Seção : drops - Notícias - 10/11/2008 13:51

Público também se torna atração no Pop Rock Brasil 2008

Galera deu show à parte no Mega Space

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Carlos Hauck - Esp. EM - DA Press
Os amigos Cristian Basílio, de 20 anos, Périclex Nakaima, de 16, e Alex Nakaima, de 19, não hesitaram nem um pouco quando perguntados o que fariam para entrar nesta matéria. Começaram prontamente a subir um em cima do outro, até formar uma (mini) pirâmide.
O Pop Rock Brasil leva, todos os anos, milhares de fãs para acompanhar as melhores bandas nacionais do momento, além de atrações internacionais. Lá pode-se ver de tudo. Tudo mesmo. Para provar isso, saímos no meio da galera e fomos conferir as loucuras que podem ser feitas em um festival como este. Os amigos Cristian Basílio, de 20 anos, Périclex Nakaima, de 16, e Alex Nakaima, de 19, não hesitaram nem um pouco quando perguntados o que fariam para entrar nesta matéria. Começaram prontamente a subir um em cima do outro, até formar uma (mini) pirâmide. O trio foi ao festival para conferir o show de várias bandas, mas a preferida é o Detonautas, que toca hoje, e se dizem influenciados pelo rock desde pequenos, tanto pela família, como por amigos. Sempre que podem estão presentes em shows para não perder a apresentação de bandas do seu estilo favorito. “Gostamos só de hardcore e rock’n’roll. Estamos em todas!”, contou Alex, aos gritos, por causa do alto som que fazia a galera pular sem parar.

Ivan Rocha, de 20, foi ao show com uma turma de 11 amigos. Mesmo em um festival de rock, Ivan inovou e mandou o chamado “macaquinho”, golpe fácil de ser ver em qualquer roda de capoeira. O cara fez os amigos morrerem de rir com sua peripécia e jura que nunca fez capoeira antes. Para ele, algumas bandas importantes fizeram falta no festival, como O Rappa, Pitty e Marcelo D2. Incentivado pelo amigo Ivan, Felipe Guimarães, de 20, decidiu meditar em meio à multidão. Pena que os amigos não deixaram. Assim que ele se sentou no chão de brita, todos pularam em cima dele, deixando o cara praticamente sufocado no meio de tanta gente. “Mas o que vale é a diversão. Pop Rock é assim mesmo”, brincou Felipe, sujo de terra, suor e ainda procurando pelos documentos, perdidos no meio da brincadeira.

 

Morador de Raposos Flávio Augusto foi ao festival só no primeiro dia, mas o que foi presenciado pelo jovem de 23 anos valeu pelos dois. Felipe titubeou quando pedimos para fazer alguma coisa de diferente. Convencido, tomou distância e deu uma “estrela” no meio da galera, que curtia o show da banda Nove Mil Anjos, do baterista Júnior Lima. Esse mesmo, irmão da Sandy. Felipe não fez uma “aterrissagem” perfeita, mas o que valeu foi a tentativa de fazer parte de uma matéria no maior jornal de de Minas Gerais. “Só quero ver se meu nome vai sair mesmo, hein?”, brincou Felipe, fã dos santistas do Charlie Brown Jr.

Carlos Hauck - Esp. EM - DA Press
Incentivado pelo amigo Ivan, Felipe Guimarães, de 20, decidiu meditar em meio à multidão. Pena que os amigos não deixaram. Assim que ele se sentou no chão de brita, todos pularam em cima dele, deixando o cara praticamente sufocado no meio de tanta gente


Independentemente da banda preferida ou do gosto musical, o festival se mostrou mais uma vez um evento democrático. Une bandas de vários estilos, cidades e com rodagem diversa pela estrada musical brasileira ou internacional. O público foi um reflexo dessa diversidade. Encontramos fãs de todas as bandas que tocaram e até dos grupos que não estavam neste ano, mas já deram as caras no Pop Rock Brasil. O que valeu para essa galera foi marcar presença no maior festival de música do estado, que atrai, todos os anos, fãs de todas as classes, idades, credos e lugares.